Pelo menos 10 soldados mortos numa emboscada no leste de Burkina Faso

Pelo menos 10 soldados morreram no sábado no leste do Burkina Faso numa emboscada de homens armados não identificados contra um comboio militar no qual também viajavam civis, anunciou hoje a Agência de Informação Burquinesa (AIB).

Pelo menos 10 soldados mortos numa emboscada no leste de Burkina Faso

Pelo menos 10 soldados mortos numa emboscada no leste de Burkina Faso

Pelo menos 10 soldados morreram no sábado no leste do Burkina Faso numa emboscada de homens armados não identificados contra um comboio militar no qual também viajavam civis, anunciou hoje a Agência de Informação Burquinesa (AIB).

O incidente ocorreu entre a localidade de Natiaboani e Fada N’Gourma, capital da província de Gourma, Burkina Faso, e uma importante cidade mercantil. Segundo fontes locais referidas pela agência estatal AIB, os habitantes das zonas com problemas de segurança aproveitam a passagem das forças de defesa e segurança do Burkina Faso para chegar aos centros urbanos. Desta forma, no sábado, os habitantes de Natiaboani e de outras localidades vizinhas juntaram-se a um comboio militar para chegar a Fada N’Gourma, onde podem comprar e vender produtos.

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Até ao momento, não há um balanço oficial do número de mortos e feridos, mas, segundo a AIB, para além dos pelo menos 10 soldados mortos, várias pessoas estão desaparecidas e haverá também mortos e feridos entre os civis. O Burkina Faso tem sofrido frequentes atentados jiadistas desde abril de 2015, perpetrados por grupos ligados tanto à Al Qaeda, como ao Estado Islâmico, cujas ações afetam 10 das 13 regiões do país, especialmente a norte.

Até ao momento, não há um balanço oficial do número de mortos e feridos

Este ano, o país sofreu dois golpes de Estado: Um a 24 de janeiro, liderado pelo tenente-coronel Paul-Henri Sandaogo Damiba; e outro a 30 de setembro, pelo capitão Ibrahim Traoré, atual Presidente e chefe de Estado do país. A tomada do poder pelos militares ocorreu, em ambas as ocasiões, na sequência do descontentamento entre a população e o exército com os frequentes ataques jiadistas, que mantêm deslocadas mais de 1,7 milhões de pessoas, segundo os últimos dados do Governo.

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